Protagonismos: memória, orgulho, identidade

 


Já havia um tempo que queria visitar a exposição do MUHCAB. E é importante ver  a preocupação em contar a história sem ser apenas pelo marco da escravidão. Como escrito na primeira sala da exposição, a origem da cultura brasileira começa do outro lado do Atlântico bem antes  do comércio que teve o Cais do Valongo como local de chegada e venda de seres humanos. 

Descobrir, reinventar modos de manter sua cultura, modos de ir à luta. Como diria um amigo: aquilombar é criar estratégias e tecnologias. Já observou como uma favela pode ser vista como um quilombo? Olhar espaços criados e reinventados pelo povo preto parecem sempre uma reinvenção de família. E é importante colocar as festas como isso também. Como cuidar do Divino que se é entendendo que ele dança e gargalha?







A origem das miçangas de proteção que hoje vemos já eram assim bem antes e os achados do Valongo indicam isso.



E quais são os espaços em uma cidade como o Rio que contam isso? Quem foram aqueles que foram o movimento negro? 




Essa exposição está no MUHCAB de quarta a sábado de 10 às 17 horas. Tem entrada gratuita.











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