Para não perder o rumo, é preciso lembrar o começo - Marcelo Rezende


 


Grades, piso de cacos vermelhos, espadas de São Jorge, bate-bolas representadas nas obras e que fazem pensar diretamente no subúrbio carioca. Como não imaginar o colorido, o vivo, apesar do trânsito, apesar das tecnologias, etc. Como não se prender naquilo que a gente sabe que encontra na Zona Norte do Rio? Seja no carnaval, seja no cotidiano, seja no olhar sonolento da manhã, ou no corre do final da  tarde: quem não vê no Rio ou se vê no Rio nessas obras?





Esta exposição está no Centro Cultural dos Correios até o dia 9 de agosto de 2025 no térreo perto da entrada para o teatro do Lea Garcia. E tem estrada gratuita.

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