Já imaginou sensações e sentimentos como se fossem cidades que vivem dentro de nós? Diversas texturas nas obras, como crochê, costura de tecidos diversos, miniaturas em madeira, ferro com um som que traz à memória aquelas caixas de bailarina (em que se dava corda e a mesma girava). Mas, além da beleza, as obras dessa exposição trazem a reflexão de que casas temos em nós. Casa da infância, casa da raiva, casa do medo, casa da proteção, casa da alegria, casa da liberdade e outras tantas lembrando o que é a nossa rede de apoio e o que tanto mexe conosco.
O único ponto que tenho ressalvas sobre a exposição é o espaço destinado a mesma. Poderia ser um local maior que estivesse arrumado de jeito semelhante às obras para trazer o clima.
Essa exposição está na Caixa Cultural do Rio. Para quem não sabe, a nova Caixa Cultural fica na Rua do Passeio e um dos acessos ao local é pelo Teatro Riachuelo (Cine Palácio) onde há um corredor que leva ao espaço. A Caixa Cultural funciona terças-feiras a sábados, das 10h às 20h; domingos, das 11h às 18h e possui entrada gratuita.









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