Exposição
Zona Norte
Sobre o cálculo das superfícies - Daniel Duda
Fui à UERJ essa semana e vi a galeria Candido Portinari aberta. A galeria fica na entrada principal do prédio pela São Francisco Xavier (confesso que até hoje não sei se ali é Tijuca, Maracanã, ou Vila Isabel). Como perdi o compromisso, aproveitei que estava por ali, e visitei a exposição com os trabalhos do Daniel Duda.
Os trabalhos têm ligação com a natureza e a tecnologia. São questionamentos sobre a substituição. O programa da exposição explica bem o que são as obras. O texto não é rebuscado, facilitando o leitor. O que senti na exposição é que a tecnologia tem de ser integradora e não para destruir ou substituir a natureza. O ser humano depende dessa natureza, e é isso que precisamos entender.
Não sei se era a intenção do Daniel e da curadoria, mas me senti bem na exposição. Poucas vezes vi a tecnologia como integradora, normalmente a vejo como uma geradora de lixo. Entendo a tecnologia como necessária, mas essa necessidade de se produzir sem pensar e ter sempre o novo o tempo inteiro, me incomoda. Acho que o ser humano tem perdido o contato com a terra. E, para mim, é um contato mais que necessário.
A exposição fica até 10 de agosto na Galeria Candido Portinari na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Fica no Campus Francisco Negrão de Lima, na Rua São Francisco Xavier, 524. Tem muita facilidade de transporte de ônibus e até metrô (no caso deste, pela entrada da Radial Oeste). Ah! O horário de visitação é de 10 às 19 horas.






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