Estava com muita vontade de ver essa
exposição. Acompanhei as fotos no perfil do projeto no Instagram (@orisa_quandoomitovesteocorpo),
e estava louca para ver de perto as fotos escolhidas para a exposição.
Aproveitei a companhia do Diogo e o carreguei para o CCJF.
A explicação sobre a
exposição é em Iorubá. Foi a primeira coisa que me chamou atenção. Tinha também
em português e inglês. Pena que me esqueci de fotografar isso.
Eu gosto
muito de fotos em preto e branco, mas algumas fotos eu realmente queria ter
visto as cores, a terra, o dourado do metal, das folhas. Mas, é uma coisa
minha, do meu imaginário sobre os orixás. E o vídeo final sobre a produção e
outras fotos só me deixou na vontade de ver mais. Será que virará um livro?
Ficarei na torcida.
Há um mês eu
fiz um minicurso sobre dança dos Orixás com o Ogan Jorge. Quando olhei a
organização das fotos, me lembrei muito das explicações dele, de como organizou
a apresentação da dança, dos toques e dos símbolos de cada Orixá. Com Exu
começando os trabalhos. Aliás, as fotos representando Exu estão entre as que eu
mais gostei.
Gostei bastante
dessas representações de Oxalá. Estas se encaixaram bem com o que imaginei sobre as duas figuras nova e idosa.
A exposição, como já
contei, está no Centro Cultural da Justiça Federal, na Avenida Rio Branco de
frente para a praça da Cinelândia. Funciona de terça a domingo de 12 às 19
horas. Ficará até 5 de novembro. A entrada é gratuita. :)







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