Tinha visto a foto da casa e por conta do título (também) fiquei curiosa para ver qual era da exposição. Não conhecia o nome desse artista e achei que não sabia nada do trabalho dele, até dar de cara, em uma das salas, com o clipe can't stop do Red Hot Chili Peppers. Sempre achei aquele clipe divertido e ficava imaginando como seria filmar com todos aqueles objetos. Sem saber já conhecia e gostava um pouco do trabalho do austríaco Erwin Wurm.
Não sei se é o tema do ano, ou se meu olhar está mais propenso a buscar exposições que tenham o corpo como tema. No ano passado, vi muita coisa de religião, neste ano tenho visto muito sobre corpo. A exposição me deu vontade de experimentar objetos e posições para a dança. Fiquei bem curiosa com as ideias que o artista usou. Seria possível transformar em dança? Outras peças me lembravam leveza, embora o objeto que formava eu sabia que era pesado. Sem contar uso de figuras que não conseguia ver como animados, e o Wurn me mostrou que era possível sim.
E para quem gosta de tocar em obras, há uma parte da exposição que é interativa. Você se torna parte de esculturas. Ou melhor, você se torna uma obra de arte. Virei criança demais nessa parte da exposição. Até porque no horário que fui não tinha quase ninguém, então pude ficar o tempo que queria ali. E tem tanto para casal quanto para os solitários curtirem essa parte. E você pode seguir a ideia do artista quanto criar a sua.
Sim! Essa sou eu!
Ah! A fachada do CCBB com objetos presos me lembrou muito de um trabalho da Trisha Brown. Por que será? rs!!
A exposição está no Centro Cultural Banco do Brasil, na Avenida Primeiro de Março até 8 de janeiro de 2018. O CCBB funciona de quarta a segunda, de 9 às 21 horas. A entrada para a exposição é gratuita. Vale a visita e todas as fotos na parte interativa.













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