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Rio Antigo
Museu Nacional de Belas Artes
As esculturas nos corredores do MNBA lembram muito as aulas de Arte e Movimento da faculdade com a coisa do corpo idealizado, com detalhes muito marcantes. E se você for que nem eu, vai olhá-las com vontade de interagir ou fazer piada.
As exposições permanentes são tão grandes quanto a do MHN. Muitos quadros religiosos, esculturas, estátuas. E quadros que vi em livros e discussões sobre as missões de vender o Brasil como um território mais branco do que era. Coisa que talvez tenha mexido muito como nos vemos como diferentes em vez de um povo só.
O MNBA tem grande importância não só como acervo, mas cuidado, restauro das obras. Como está escrito em uma das paredes do museu, é o trabalho que protege a história para que seja contada (e aqui eu acrescentaria: contestada) pelas futuras gerações.
Mas, espera um pouco! Não pense que a exposição permanente é feita apenas de quadros que você viu em algum livro de História do Brasil. Nana-nina-não! Na verdade a exposição permanente é dividida em oitocentista e novecentista (ou algo parecido com isso). E é uma mudança um tanto quanto bruta aos sentidos. Porque sai dos quadros religiosos, cenas épicas e bucólicas, e chega a uma mistura de sensações, materiais. Como não me lembrar da ideia de "é arte se eu digo que é arte!"?
O Museu Nacional de Belas Artes fica na Avenida Rio Branco com a Evaristo da Veiga, bem pertinho do Theatro Municipal e da Biblioteca Nacional. Funciona de terça a sexta de 10 às 18 horas, e sábados e domingos de 13 às 18 horas. Domingo a entrada é gratuita.
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