Turn


Claro que o Rio ainda está em clima de jogos e muita gente espera o início dos jogos Paralímpicos. Vale lembrar que os ingressos destes são mais populares que os olímpicos, e o Brasil tem muitos atletas incríveis. Voltando a ideia da postagem, a Orla Conde ainda está bombando de movimento, e a Praça XV de exposições.

No final de semana, passando pelo Paço Imperial, vi a exposição Turn que seria uma das ideias de se passar o bastão dos próximos jogos olímpicos. Aliás, quem me convidou a entrar no Paço foi um dos guardas de lá. Não sei se já comentei por aqui, mas os guardas do Paço são ótimos, sabem sobre as exposições, sobre o prédio e sempre estão com um sorriso no rosto. Logo no convite a entrar na exposição, o guarda já me informou que seria uma exposição interativa. Mas, a surpresa não era só aprender a fazer algumas coisas que estavam nas obras. Você pode tocar nas obras (pensei em escrever a frase no pretérito, mas não daria a realidade da ideia da exposição).




Muitos quadros com mensagens bonitas que eu fui entendendo quando percebi que a exposição se tratava de empatia e dividir o tempo com outras pessoas. As quatro técnicas de trabalho/ áreas da exposição não foram construídas por artistas somente. Estes passaram seu tempo e suas técnicas em instituições que cuidam de excepcionais, idosos, moradores de comunidades carentes, Fiquei encantada pois não era o trabalho de um, mas um trabalho coletivo com pessoas que muitos de nós esquecemos, ou fingimos que não ver.

Tecidos trançados, abraços de arame, papéis de múltiplas formas, fuxico (tsumami) colorido. Que tocaram a mim, e transformaram a vida de outros em São Paulo.




Essa exposição está no térreo do Paço Imperial. Ficará até o dia 7 de setembro. E, como todas as exposições no Paço, é de graça! E se você trabalha pelo Centro pode aproveitar a hora de almoço, ou a saída. Melhor aproveitar o tempo ali no Paço que gastar no trânsito.

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