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Rota Arte de Rua
Rota Arte de Rua: Pedra do Sal
Sou suspeita para falar desse lugar. Conheci na época que trabalhava perto da Praça Mauá, antes da implosão da Perimetral. Lembro que antes de trabalhar perto dali achava que era um lugar perigoso, estranho, até descobrir a vida que pulsava por ali. Parte da História do Rio passou por ali. E os moradores dessa região tentam manter viva, apesar da muita gente pensar que foi a reforma que deu vida àquela região, eu digo que a vida daquela região que mostrou a graça da reforma (que não chegou para toda região não... que o diga a sede do Afoxé Filhos de Gandhi).
Deixa eu voltar para o tema. O que conhecemos como pedra do Sal é apenas uma parte do que sobrou da mesma, fica em uma área chamada de Pequena África. Segundo um dos professores das oficinas do IPN, essa pedra se alongava até o mar. Leve em consideração que o Rio ainda não tinha sofrido com todo aterramento de sua orla. As pinturas dessa região lembram a cultura dos povos africanos e a luta para manter essa cultura.
Da última vez que fui à Pedra do Sal, em 13 de agosto, ela estava recebendo novas obras em sua região. Essas pinturas foram fruto de uma "vaquinha" virtual em comemoração ao aniversário do Afoxé Filhos de Gandhi. Fiquei feliz de presenciar isso. Pretendo voltar em breve para ver como finalizaram as novas artes.
E aos que não sabem, há um samba muito bom na Pedra do Sal. Este samba acontece às segundas e sextas por volta das 20 horas. O samba é 0800, a única coisa que pedem é para consumir nas barracas da região.
A rua entre a o Largo de São Francisco da Prainha e a Pedra do Sal também tem arte.
Falei, falei, falei e não contei onde era a Pedra do Sal. Fica próxima à Praça Mauá. Se você pegar a Sacadura Cabral, passando o Largo de São Francisco da Prainha, é a primeira rua à esquerda.






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