Em um período que questionamos mais o protagonismo feminino na História, acho que a exposição veio bem a calhar. É uma reunião de muitos objetos que tentam construir a imagem da Imperatriz. Sempre nos contaram a Leopoldina como uma figura apagada, bondosa e depressiva, alguns fatos da exposição mostram que ela participou da política.
Juntaram imagens que faziam parte da infância e adolescência e textos que contam como se deu a negociação para o casamento com Dom Pedro. De colônia desconhecida para investigada, retratada em belos quadros e mapas (se foi a exposição "o Paço, a praça e o morro" vai se chocar ainda mais com as imagens de como era o Rio).
Há um álbum de fotografias com a imagem do Palácio São Cristóvão (aquele mesmo da Quinta da Boa Vista) que dá uma vontade danada de folhear. Porém, um vidro impede! Seria bacana que tivesse uma digitalização das fotografias desse álbum, pois acredito que tenham imagens bem interessantes da cidade.
Uma das melhores coisas foi bater papo com um senhorzinho durante a exposição. Principalmente porque ele era um apaixonado pela História da cidade, e deu para compararmos os mapas e quadros com as fotografias que estão no Paço. Levei mais tempo do que ficaria em exposição, mas aproveitei bem mais pensando na história e nas transformações urbanísticas que a cidade passou. E com isso, entendo bem mais os problemas que ainda persistem.
Você pode não gostar de História, mas se quer saber como era a Cidade Maravilhosa vale muito ir à exposição. A exposição ficará até o dia 26 de março de 2017. Aproveitem que no MAR carioca paga meia entrada(o valor do ingresso inteiro é R$ 10,00), e às terças a entrada é gratuita. Melhor chegar cedo, pois na parte da tarde o museu fica bem cheio de turistas.
PS: Uma das funcionárias do MAR contou que o nome de Cais da Imperatriz ali na região portuária não é por causa da Leopoldina, e sim para a Teresa Cristina.
Juntaram imagens que faziam parte da infância e adolescência e textos que contam como se deu a negociação para o casamento com Dom Pedro. De colônia desconhecida para investigada, retratada em belos quadros e mapas (se foi a exposição "o Paço, a praça e o morro" vai se chocar ainda mais com as imagens de como era o Rio).
Este é o Largo do Paço e à direita o Chafariz do Mestre Valentim
E isso basicamente era o Rio
Há um álbum de fotografias com a imagem do Palácio São Cristóvão (aquele mesmo da Quinta da Boa Vista) que dá uma vontade danada de folhear. Porém, um vidro impede! Seria bacana que tivesse uma digitalização das fotografias desse álbum, pois acredito que tenham imagens bem interessantes da cidade.
Uma das melhores coisas foi bater papo com um senhorzinho durante a exposição. Principalmente porque ele era um apaixonado pela História da cidade, e deu para compararmos os mapas e quadros com as fotografias que estão no Paço. Levei mais tempo do que ficaria em exposição, mas aproveitei bem mais pensando na história e nas transformações urbanísticas que a cidade passou. E com isso, entendo bem mais os problemas que ainda persistem.
E Santa Teresa e o Morro de Santo Antônio tinham essa visão
Você pode não gostar de História, mas se quer saber como era a Cidade Maravilhosa vale muito ir à exposição. A exposição ficará até o dia 26 de março de 2017. Aproveitem que no MAR carioca paga meia entrada(o valor do ingresso inteiro é R$ 10,00), e às terças a entrada é gratuita. Melhor chegar cedo, pois na parte da tarde o museu fica bem cheio de turistas.
PS: Uma das funcionárias do MAR contou que o nome de Cais da Imperatriz ali na região portuária não é por causa da Leopoldina, e sim para a Teresa Cristina.




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